Práticas e Conhecimentos de Educadores Infantis Sobre Alimentação Complementar

Autores

  • Cintia Soares Guerin
  • Carina Loureiro Trevisan
  • Maria de Lourdes de Almeida
  • Reinaldo Antonio Silva-Sobrinho
  • Rosane Meire Munhak da Silva
  • Marta Angelica Iossi da Silva
  • Adriana Zilly

DOI:

https://doi.org/10.32915/pleiade.v13i29.641

Resumo

Identificar a prática e o conhecimento dos educadores sobre alimentação complementar nos Centros Municipais de Educação Infantil de Foz do Iguaçu. Método: Estudo qualitativo, realizado em 2017, com 21 educadores infantis, por meio de entrevistas semiestruturadas, utilizando-se da técnica do Discurso do Sujeito Coletivo para análise dos dados. Resultados: A caracterização dos educadores mostrou uma totalidade feminina, maioria com idade até 25 anos e com o ensino superior concluído. Na prática, os educadores referem a oferta de alimentos diversos, inclusive doces e refrigerantes. Surgiram discursos referentes ao consumo de alimentos industrializados pelas crianças, discussão sobre alimentação saudável somente em datas específicas e inaptidão das educadoras para lidar com situações de necessidade de alimentação específica. Identificou-se desconhecimento das educadoras sobre alimentação complementar e fragilidade no suporte técnico para oferta das refeições. Conclusão: Reforça-se a necessidade de reestruturar políticas de alimentação escolar, elaborar e executar programas de treinamento sobre educação nutricional para os educadores, com supervisão contínua dos efeitos da capacitação como estratégia para melhorar a nutrição infantil.

Biografia do Autor

Cintia Soares Guerin

Licenciada em Ciências Biológicas pela Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões,URI (Santiago). Mestre em Ensino pela Universidade Estadual do Oeste do Paraná, UNIOESTE (Foz doIguaçu).

Carina Loureiro Trevisan

Nutricionista pelo Centro Universitário Filadélfia de Londrina (UNIFIL). Mestre em Ensinopela Universidade Estadual do Oeste do Paraná, UNIOESTE (Foz do Iguaçu).

Maria de Lourdes de Almeida

Enfermeira pela Universidade Norte do Paraná. Mestrado em Enfermagem pelo Programa de Pós-Graduação em Enfermagem da Universidade Federal do Paraná. Doutorado em Enfermagem pelo Programa de Pós-Graduação em Enfermagem da Universidade Federal do Paraná. Professora adjunta na área de Administração de enfermagem, e professora colaboradora no Programa de Pós-Graduação em Saúde Pública em Região de Fronteira.

Reinaldo Antonio Silva-Sobrinho

Doutorado em Ciências da Saúde, Área de Saúde Pública pela Universidade de São Paulo (USP) e Pós-Doutorado em Saúde Pública pela Universidade de São Paulo (USP). Pesquisador na Universidade de São Paulo (USP). Professor pesquisador na Graduação e Pós-graduação (Stricto Sensu) na UNIOESTE.

Rosane Meire Munhak da Silva

Doutora em Ciências pela Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto (USP). Mestre em Biociências e Saúde pela Universidade Estadual do Oeste do Paraná, graduada em Enfermagem pela Universidade Estadual do Oeste do Paraná. Atua como docente da Universidade Estadual do Oeste do Paraná.

Marta Angelica Iossi da Silva

Mestrado em Enfermagem em Saúde Pública pela Universidade de São Paulo (USP), Doutorado em Enfermagem em Saúde Pública pela Universidade de São Paulo e Pós-Doutorado pela Universidade do Minho, Instituto de Estudos da Criança, Portugal. Atualmente é Professora Associada, Livre-Docente da Universidade de São Paulo, Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto (EERP/USP).

Adriana Zilly

Mestrado e Doutorado em Ciências Biológicas pela Universidade Estadual de Maringá (UEM) e graduação em Ciências Biológicas pela UNIOESTE (Cascavel). Docente do curso de Enfermagem, do Programa de Pós-Graduação (Mestrado) em Ensino e do Programa de Pós-Graduação (Mestrado) em Saúde Pública em Região de Fronteira da UNIOESTE (Foz do Iguaçu).

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Publicado

29-07-2020