Dor Orocraniofacial em Praticantes de Lutas de Contato

Autores

  • Juliane Araújo Altino
  • Marcelo Renato Guerino
  • Eduardo José Nepomuceno Montenegro
  • Maria das Graças Rodrigues de Araújo
  • Maria das Graças Paiva

DOI:

https://doi.org/10.32915/pleiade.v13i29.640

Resumo

O intenso contato nas lutas predispõe às lesões na região da cabeça e podem desencadear dor orocraniofacial. Objetivo: Identificar e analisar a dor orocraniofacial em praticantes de lutas de contato, além do histórico do trauma, lesãodentária e presença de disfunção temporomandibular (DTM). Métodos: Foram recrutados noventa lutadores amadores e profissionais, de ambos os sexos, submetidos a uma entrevista sobre o histórico da prática de luta e ao Índice Anamnésico de Fonseca (IAF). Resultados: Apresentaram faixa etária de 31,97±7,83 anos, altura 1,74±0,80 m e peso 81,92±16,9 kg. Foi observado que 57,68% dos participantes apresentaram dor orocraniofacial, onde 50% apresentaram traumas nesta região, 21% apresentaram lesão dentária e 63,5% apresentaram algum grau de disfunção temporomandibular. Conclusão: Foi possível identificar que as lesões orofaciais em praticantes de luta de contato constituem-se em um problema real e atual e pode estar relacionada com a presença de trauma orocraniofacial e lesão dentária. Além disso, pode desencandear em alguns casos a disfunção temporomandibular. Deste modo, atletas e treinadores, profissionais da área e a população em geral necessitam de maiores informações a respeito deste tema em prol de maiores conhecimentos e consequentemente uma maiorprevenção e proteção para os traumatismos faciais. 

Biografia do Autor

Juliane Araújo Altino

Fisioterapeuta graduada no Departamento de Fisioterapia da Universidade Federal de Pernambuco(UFPE), Recife, PE.

Marcelo Renato Guerino

Professor Doutor do Departamento de Fisioterapia da UFPE

Eduardo José Nepomuceno Montenegro

Professor Doutor do Departamento de Fisioterapia UFPE

Maria das Graças Rodrigues de Araújo

Professor Doutor do Departamento de Fisioterapia UFPE

Maria das Graças Paiva

Professora Doutora do Departamento de Fisioterapia da UFPE

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Publicado

29-07-2020