Educação Amorosa

Possibilidades e Delimitações

Autores

  • Amarildo Jorge da Silva
  • João Jorge Corrêa
  • José Carlos Rolim de Moura

DOI:

https://doi.org/10.32915/pleiade.v13i29.639

Resumo

O artigo expõe uma reflexão sobre o ato de educar no processo de conversão do conhecimento implicado em conhecimento explicado. Entende-se o processo educativo como um ato amoroso. O pressuposto é que a Educação Amorosa em suagênese tem o potencial e a imanência de corroborar no processo de conversão de saberes tácitos individuais em expertises coletivas na educação de um novo homo em processo permanente de transformação e aprendizado. A construção filosófica, teórica e metodológica do texto se deu na perspectiva sistêmica, na biologia do amor e em alguns excertos da teoria da complexidade. A questão inquietadora é: quais as implicações da educação amorosa no processo de conversão do conhecimento tácito individual em conhecimento coletivo explícito? O objetivo é compreender e refletir sobre as implicações do ato de educar no processo de conversão de conhecimento implicado em conhecimento explicado. Um olhar mais atento mostra um sistema educativo no ocidente, principalmente no Brasil, fragmentado, performático e alienante do sujeito em sua essência. Observa-se que qualquer que seja o ambiente (empresarial, organizacional e ou institucional) pode ser convertido em um ambiente educativo e de aprendizado permanente (comunidade de prática). O aparato educativo é um espaço de construção do sujeito com o outro, da reelaboração de conteúdos e da sua responsabilidade no meio ecológico em que se insere.

Biografia do Autor

Amarildo Jorge da Silva

Professor Associado do CCSA da UNIOESTE, Campus de Foz do Iguaçu, PR. Pesquisador do GEOS.

João Jorge Corrêa

Professor Associado do CELS da UNIOESTE, Campus de Foz do Iguaçu, PR. Pesquisador do Grupo deEstudos e Pesquisas Interdisciplinares em Gestão e Política Educacional.

José Carlos Rolim de Moura

Professor da CESUFOZ em Foz do Iguaçu, PR.

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Publicado

29-07-2020