Formação Disciplinar ou Transversal

Qual delas Promove Melhor Percepção Ambiental entre Universitários?

Autores

  • Jaqueline Fernanda Meireles
  • Terezinha Corrêa Lindino

DOI:

https://doi.org/10.32915/pleiade.v13i29.638

Resumo

 O ensino de Educação Ambiental está inserido no currículo escolar de forma específica ou transversal, a Conferência de Tbilisi realizada em 1977, é considerada um dos principais eventos sobre Educação Ambiental, originando conceitos vigentesaté hoje. A Educação Ambiental é considerada fundamental na resolução dos problemas ambientais. No Brasil, ela foi abordada pela primeira vez na Política Nacional do Meio Ambiente, estabelecendo sua presença no ensino formal e não formal, oque foi consolidado no ano de 1999 com a instituição da Política Nacional de Educação Ambiental. Este trabalho se propõe analisar o nível de conhecimento dos acadêmicos de uma Universidade sobre as questões ambientais, em dois cursos da área ambiental, constatando que em um curso a Educação Ambiental é ensinada de forma específica e no outro, de forma transversal, por fim foi comparando os resultados obtidos, com intuito de verificar em qual abordagem há maior compreensão do conteúdoensinado, e o quanto difere o nível e a percepção do conhecimento dos universitários, considerando esse tema ser exaustivamente debatido e até o momento não há um senso comum entre qual abordagem apresenta maior eficiência no ensino de Educação Ambiental. O instrumento utilizado para coleta de dados, foi um questionário semiestruturado padrão com dez perguntas, aplicado para os acadêmicos do segundo ano de cada curso, no segundo semestre do ano de 2018. Conclui-se que o nível de percepção e o conhecimento ambiental foi superior entre os acadêmicos que estudaram Educação Ambiental em uma disciplina específica, em relação aos que estudaram na abordagem interdisciplinar.

Biografia do Autor

Jaqueline Fernanda Meireles

Mestre em Ciências Ambientais pela Universidade Estadual do Oeste do Paraná – Unioeste/Campus Toledo.Graduada em Ciências Biológicas e em Gestão Ambiental (Tecnológica) pela Universidade Estadualdo Mato Grosso do Sul – UEMS. Especialista em Microbiologia Aplicada pela Universidade Paranaense –UNIPAR. Pesquisadora do Grupo de Estudo e Pesquisa em Ciências Ambientais (GEPECIA).

Terezinha Corrêa Lindino

Doutora em Educação pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (Unesp/Campus Marília). Mestre em Engenharia da Produção, Área Gestão da Qualidade, pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). Graduada em Pedagogia pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). Atualmente, é Professora Associada A na Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste/Campus Mal. Cândido Rondon). Vice-líder do Grupo de Estudo e Pesquisa em Ciências Ambientais (GEPECIA). Docente permanente no Programa de Pós-Graduação Stricto Senso em Ciências Ambientais (Unioeste/Campus Toledo).

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Publicado

29-07-2020