Centros Municipais de Educação Infantil Financiado pelo Proinfância e as Possibilidades do Desenvolvimento de Práticas Educativas Sustentáveis

Autores

  • Graciele Cristiane Rambo Secretaria Estadual de Educação do Paraná. https://orcid.org/0000-0002-8760-8961
  • Terezinha Corrêa Lindino Professora Associada B na UNIOESTE/Campus Marechal Cândido Rondon). Docente permanente no Programa de Pós-Graduação Stricto Senso em Ciências Ambientais (UNIOESTE/Campus Toledo). Vice-líder do Grupo de Estudo e Pesquisa em Ciências Ambientais (GEPECIA). Vice-líder do Grupo de Estudo e Pesquisas sobre a Primeira Infância (GEPEPI). Membro do Grupo de Pesquisa em Gestão e Educação Ambiental (PGEA). https://orcid.org/0000-0001-5290-7702

DOI:

https://doi.org/10.32915/pleiade.v15i33.706

Resumo

Nas últimas décadas a humanidade tem estabelecido uma relação de descompasso com o meio ambiente, situação a qual em termos de futuro do planeta Terra tem requerido cada vez mais a construção de ambientes que possibilitam a formação dos indivíduos que sejam capazes de entender a sua parcela de atuação para preservação e cuidado com os recursos naturais. Entende-se que nesse contexto ofertar desse tipo de experiência na Primeira Infância possibilita aproximar a criança da vivencia com a natureza e a construção de seus próprios conceitos sobre a vida e os elementos naturais que a compõem. Sendo assim, o objetivo desse artigo visa trazer um pequeno ensaio que possibilita a reflexão sobre a teoria e prática dentro da proposta de trabalho com o público infantil visando compreender como os espaços formais de ensino e sua arquitetura ofertada a partir do Programa Proinfância possibilita o desenvolvimento de práticas educativas sustentáveis. Para tanto, utilizou-se como método de estudo a revisão literária sobre a institucionalização dos espaços destinados a educação infantil, como também, a análise iconográfica para exemplificações dos aspectos discutidos. Conclui-se que os Centros Municipais de Educação Infantil quando pensados e planejados no intuído de possibilitar vivências com o mundo natural pode tornar-se um ‘laboratório’ de descobertas, familiarizando os pequenos ao contato com todas as formas de vida por meio da curiosidade avivada com as brincadeiras. Possibilitando assim trabalhar aspectos como: ética, a sensibilidade, cuidado e o despertar do pertencimento da criança ao mundo natural.

Biografia do Autor

Graciele Cristiane Rambo, Secretaria Estadual de Educação do Paraná.

Pedagoga. Pós-graduanda em Gestão, Supervisão e Orientação Escolar e Educação Especial. Mestranda do Programa de Ciências Ambientais pela Universidade Estadual do Oeste do Paraná (UNIOESTE/Campus de Toledo). Professora da Secretaria Estadual de Educação do Paraná (SEED). Diretora na rede municipal de ensino de Marechal Cândido Rondon, PR.

Terezinha Corrêa Lindino, Professora Associada B na UNIOESTE/Campus Marechal Cândido Rondon). Docente permanente no Programa de Pós-Graduação Stricto Senso em Ciências Ambientais (UNIOESTE/Campus Toledo). Vice-líder do Grupo de Estudo e Pesquisa em Ciências Ambientais (GEPECIA). Vice-líder do Grupo de Estudo e Pesquisas sobre a Primeira Infância (GEPEPI). Membro do Grupo de Pesquisa em Gestão e Educação Ambiental (PGEA).

Pós-doutorado em Gestão e Educação Ambiental, realizado na Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (UNESP/Campus Tupã), no Grupo de Pesquisa em Gestão e Educação Ambiental (PGEA). Doutora em Educação pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (UNESP/Campus Marília). Professora Associada B na UNIOESTE/Campus Marechal Cândido Rondon). Docente permanente no Programa de Pós-Graduação Stricto Senso em Ciências Ambientais (UNIOESTE/Campus Toledo). Vice-líder do Grupo de Estudo e Pesquisa em Ciências Ambientais (GEPECIA). Vice-líder do Grupo de Estudo e Pesquisas sobre a Primeira Infância (GEPEPI). Membro do Grupo de Pesquisa em Gestão e Educação Ambiental (PGEA).

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Publicado

27-10-2021