Estudo sobre a Utilização das Técnicas de Educação Ambiental Não Formal no Contexto Escolar

Autores

  • Editor Revistas Uniamérica
  • Camila Correia Gabeloni Mestre em Ciências Ambientais (Unioeste, Toledo, PR). Especialista em Vigilância Sanitária, Gestão Ambiental (Unipar) e Gestão Educacional (UFSM). Graduada em Ciências Biológicas com ênfase em Biotecnologia (Unipar, Umuarama, PR) e Pedagogia (Uninter).
  • Paulo Vanderlei Sanches Doutor em Ciências Ambientais (UEM). Graduado em Ciências Biológicas (UEM). Docente na Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste, Toledo, PR). Docente no Curso de Pós-Graduação Lato Sensu em Educação, Gerenciamento e Perícia Ambiental (Unioeste, Toledo, PR). Docente permanente nos Programas de Pós-Graduação Stricto Senso em Ciências Ambientais e Recursos Pesqueiros e Engenharia de Pesca (Unioeste, Toledo, PR).
  • Terezinha Corrêa Lindino Doutora em Educação pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho. Graduada em Pedagogia (UFSCar). Docente na Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste, Marechal Cândido Rondon, PR). Docente permanente no Programa de Pós-Graduação Stricto Senso em Ciências Ambientais (Unioeste, Toledo, PR). Vice-líder do GEPECIA – Grupo de Estudo e Pesquisa em Ciências Ambientais.

Resumo

A problemática ambiental e os impactos antrópicos sofridos pelo Meio Ambiente tornam importante a disseminação de práticas de Educação Ambiental em todos os níveis de ensino, uma vez que elas são ferramentas estratégicas no trato de mudanças de visões individuais e coletivas, tanto no ambiente Formal quanto no Não Formal. Nota-se que os consórcios públicos intermunicipais têm buscado integrar tais ambientes por meio dos projetos, visitas às unidades de conservação, entre outras atividades. Desta forma, foram escolhidas seis técnicas ambientais adotadas pelo CORIPA (Consórcio Intermunicipal para Conservação do Remanescente do Rio Paraná e Áreas de Influência) para serem replicadas no Colégio Estadual Almirante Tamandaré, no município de Cruzeiro do Oeste, PR, a fim de verificar a possibilidade e viabilidade de uso das técnicas ambientais não formais no contexto escolar. Para coleta de dados adotou-se a metodologia quanti-qualitativa, com a utilização de referenciais teóricos e documentais, oficinas e aplicação de enquete (questionário). Já para a análise, optou-se pela técnica de análise de dados baseadas na descrição analítica, com ênfase na Análise do Conteúdo de Bardin (1977). Afirma-se que a aplicação de técnicas desenvolvidas em ambientes não formais pode ou não interferir no nível de percepção ambiental de estudantes do Ensino Médio. Defende-se, que como elas não tem o compromisso de continuidade, não se torna parte da vivência desses estudantes, não desconstroem concepções adquiridas sobre cuidado ambiental e muito menos não constroem concepções novas. Concluiu-se que as técnicas ambientais devem ter seu modo operante adaptado para cada ambiente e maior tempo de atividade que permanecerão ativas, corroborando a ideia de programas, diferentemente ao que é realizado atualmente que se baseia em projetos.

Biografia do Autor

Editor Revistas, Uniamérica

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Publicado

29-08-2018