O Papel do Professor na Prevenção do Diabetes na Infância

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DOI:

https://doi.org/10.32915/pleiade.v20i51.1233

Resumo

O presente ensaio teve como objetivo abordar o papel do professor e da educação para a promoção da saúde escolar visando a prevenção do diabetes tipo 2. A doença apresenta alta prevalência global, sendo majoritariamente do tipo 2, associada a fatores como obesidade, sedentarismo e hábitos alimentares inadequados. Embora o diabetes tipo 1 seja menos comum ambos podem gerar complicações graves ao longo da vida afetando o desenvolvimento físico, emocional e social das crianças. Nesse contexto, a escola surge como um espaço estratégico para a promoção da saúde e o professor desempenha papel fundamental na formação de hábitos saudáveis. Sua atuação vai além do ensino tradicional, influenciando comportamentos e incentivando práticas como alimentação equilibrada e atividade física regular. Intervenções educativas demonstram potencial para aumentar o conhecimento sobre a doença e estimular o autocuidado. A educação alimentar e nutricional é destacada como essencial, incluindo ações práticas, envolvimento de nutricionistas e oferta de refeições saudáveis. Paralelamente, a promoção da atividade física contribui para a redução da obesidade e dos riscos metabólicos. Outros fatores, como a qualidade do sono, também são relevantes na prevenção. É importante enfatizar a importância da colaboração entre escola, família, comunidade e sistema de saúde, além da necessidade de formação continuada dos professores. Conclui-se que a prevenção do diabetes na infância depende de esforços integrados, políticas públicas eficazes e valorização do papel docente, visando à melhoria da qualidade de vida e redução da incidência da doença.

Biografia do Autor

Carlos K. B. Ferrari, Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT)

PhD em Saúde Pública em Nutrição Humana. Professor Associado do ICBS, Campus do Araguaia, Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT).

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Publicado

2026-08-13