Inteligência Artificial como Ferramenta Mediadora na Aplicação da Metodologia Ativa Phillips 66

Autores

Resumo

A inteligência artificial mostrou-se uma ferramenta mediadora, capaz de promover cooperação, trabalho em equipe e desenvolvimento de habilidades e de competências socioemocionais essenciais para a prática profissional de enfermagem. O objetivo deste estudo é relatar a experiência do uso da inteligência artificial como mediadora na aplicação da metodologia ativa Phillips 66, para destacar suas potencialidades e desafios. Trata-se de um relato de experiência realizado durante a disciplina Saúde da Família no curso de Graduação em Enfermagem. Os resultados evidenciaram como principais potencialidades a promoção do trabalho colaborativo e o incentivo ao uso de tecnologias inovadoras, enquanto os desafios envolveram a organização do tempo e do espaço físico. Conclui-se que a inteligência artificial se configura como uma aliada estratégica para aprimorar a aprendizagem e para estimular competências fundamentais para a formação do enfermeiro.

Biografia do Autor

Luan César Martins Rodrigues, Universidade Federal de Uberlândia (UFU)

Graduando de Enfermagem pela Universidade Federal de Uberlândia (UFU)

Giovanna Martins Costa, Universidade Federal de Uberlândia (UFU)

Graduanda de Enfermagem pela Universidade Federal de Uberlândia (UFU)

Patrícia Costa dos Santos da Silva, Universidade Federal de Uberlândia (UFU)

Pós-Doutora em Enfermagem pela Universidade Federal de Alfenas. Doutora em Ciências pela Universidade de São Paulo (USP). Professora Adjunta da UFU.

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Publicado

01-04-2026