Contaminação física dos alimentos

um levantamento da sensação do consumidor ao se deparar com pelo humano em produtos alimentícios

Autores

  • Emerson Wagner Suzi

Resumo

A alimentação fora do lar expandiu-se, logo, a necessidade de seguir às normativas de agências reguladoras. Objetivo. Apresentar a sensação do consumidor ao encontrar contaminação física por pelo humano em produtos alimentícios, e adequação nas boas práticas higiênico-sanitária. Metodologia. Coleta de dados através de questionário em ambiente digital, com 166 participantes. Resultados. Dos participantes 93,37% referiram ter encontrado contaminação física por pelo humano em alimentos. 79,52% referiram interromper o consumo. A realização da tricotomia nos manipuladores e legislação regulamentando o procedimento, as respostas foram ‘sim’ em 79,52% e 70,48%, respectivamente. Na detecção da contaminação, o ‘nojo’ foi a sensação mais citada, 84,94%. Conclusão. A contaminação física por pelo humano, não causa danos à saúde, mas desconforto, inviabilizando o consumo, ocorrendo descarte desnecessário do alimento. A maioria dos entrevistados concordaram com a tricotomia, porém a inexistência de regulamentação, o torna inócuo.

Publicado

13-03-2020