Brasil no I Centenário da Independência, 1922: Relações Internacionais com o Vaticano e Cultura Lusa como Mecanismo de Unidade Nacional

  • Gerson Galo Ledezma Meneses UNILA, Universidade Federal da Integração Latino-americana
Palavras-chave: Nacionalismo, Cultura Lusa, Primeiro Centenário da Independência.

Resumo

Neste artigo centramos a nossa atenção na forma como o presidente Epitácio Pessoa (1919-1922) encarou o nacionalismo. Preocupado em mostrar a nova cara do Brasil na comemoração do Primeiro Centenário da Independência, a sete de setembro de 1922, tentou unificar o país que, por diversos motivos, ameaçava se desmembrar totalmente se problemas graves não fossem resolvidos urgentemente. Neste sentido, convocou portugueses e brasileiros à unidade nacional; convidando também a cultura lusa, no caso a religiosidade católica, como um dos pontos máximos de incentivo ao nacionalismo.

Biografia do Autor

Gerson Galo Ledezma Meneses, UNILA, Universidade Federal da Integração Latino-americana
O autor é colombiano, Mestre em História Andina pela Universidad del Valle, Cali. Doutor em História pela Universidade de Brasília, UNB. Atualmente é professor da UNILA, Universidade Federal da Integração Latino-americana.
Seção
Artigos