Fisioterapia na saúde da mulher: avaliação da diástase do reto abdominal, em mulheres atendidas nas unidades básicas de saúde de Foz do Iguaçu- PR

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Resumo

Introdução. O constante crescimento uterino durante a gestação para permitir o crescimento fetal, é a principal causa das alterações que acometem a estática e a dinâmica do esqueleto da gestante. Pode causar o estiramento da musculatura abdominal, separando os feixes dos músculos retos abdominais. Esse afastamento muscular é denominado diástase. Prevalente em obesos, mulheres multíparas, casos de gestação com macrossomia fetal, flacidez muscular, e casos de polidrâmnio. Objetivo. Foi apresentar os resultados da avaliação, da diástase do músculo reto abdominal, em mulheres atendidas nas unidades básicas de saúde (UBS) de Foz do Iguaçu/PR. Metodologia. Caracterizou-se como observacional, com abordagem ao campo de estudo por meio de instrumento quantitativo, que explorou a disfunção abdominal em puérperas e mulheres em até 24 meses de pós-parto. Resultados. A amostra foi constituída por 202 mulheres, 193 mulheres com DMRA. Apresentaram diástase supraumbilical 12.43% (n=24), infraumbilical 6.21% (n=12) e 81,34% (n=157) ambas. Conclusão. A DMRA foi avaliada em mulheres em idade produtiva entre 21e 34 anos de idade, multigestas, parto normal ou cesariana, com peso elevado do recém-nascido..

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Publicado

11-03-2020